sábado, 23 de janeiro de 2010

OFF: Aguardem!


Fala galera, tudo certo?

Venho aqui rapidinho deixar um aviso pra vocês!
Estou preparando um post especial no momento. Aguardem, pois devo postá-lo em breve (pretendo deixar on ainda neste final de semana, mas não posso dar certeza).

Não vou dizer muito para não estragar a surpresa, mas espero que gostem!

See ya!

Notícia: Ranking de vendas de consoles no Japão

E aí pessoal, tudo certo?

Vejam abaixo o ranking de vendas de consoles no Japão, na semana entre 28 de Dezembro e 3 de Janeiro.

PSP / Slim / Lite
71.186
Wii
57.349
PlayStation 3
35.156
Nintendo DSi LL
30.418
Nintendo DSi
27.292
Nintendo DS Lite
6.574
XBOX 360
4.622
PlayStation 2 / Slim
2.580
PSP Go
2.027

Fonte: Wii Brasil

Como podemos ver, nada muito diferente do ranking anterior. O PSP ainda está sob o efeito de Kingdom Hearts (que parece ser muito bom, diga-se de passagem), de resto, tudo normal.

Bom gente, por hora é só.

See ya!

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Notícia: Duas news direto do forno.

Hoje trago para vocês, duas news quentíssimas :]
Enjoy.
---------------------------------

Bayonetta 2 pode estar em produção.

Bayonetta, o jogo extremamente admirado por grande parte da crítica pode ganhar um segundo capítulo em breve. As informações vêm do site da revista GameInformer, onde coloca uma citação de uma entrevista com Hideki Kamiya, diretor de Bayonetta.
Ele diz na próxima revista Game Informer, de março, “É óbvio que amamos o trabalho que criamos, portanto não vejo nada de mal com Bayonetta 2. Pessoalmente, gostava de efetuar uma abordagem ao mundo de Bayonetta de um ângulo diferente, na forma de um spin-off.”
Depois de tais comentários, será que iremos ver uma versão ainda melhor do jogo Bayonetta?

Preciso confessar, isso me deixou altamente empolgado, pois adorei o primeiro game (como vocês puderam ver na minha review sobre o jogo). Será possível melhorar ainda mais um jogo excelente como esse? O Jeito é esperar para conferir.

--------------------------------

Green Day não deve ser a única banda de Rock Band de 2010.

Depois de anunciar o desenvolvimento de Green Day: Rock Band no mês passado, um dos principais executivos da MTV Games revelou em conversa com a mídia especializada internacional que este não será o único Rock Band planejado para sair em 2010, sem dar qualquer dica do que vem por aí.
Como nada mais foi dito sobre os planos da publisher, fica a dúvida se a Harmonix trabalha no desenvolvimento de Rock Band 3 ou se teremos mais um game voltado para uma banda específica, depois de The Beatles: Rock Band lançado no final de 2009 e Green Day que ainda não tem uma data definida, mas chega até o fim deste ano nos consoles.

É inegável que The Beatles: Rock Band, foi o melhor game musical produzido até o momento (não sou fã dos Beatles, apenas analiso os fatos). E agora é Anúnciado Green Day: Rock Band, eu particularmente, estou super ansioso por esse game, pois Green Day sempre foi umas das minhas bandas favoritas, por tanto, podem esperar por uma review altamente crítica.
A promessa de novos Rock Band's para esse ano, é bastante empolgante, se mantiverem o padrão do game dos Beatles é claro, por isso aguardo tanto o game do Green Day. Agora é torcer para que os novos Rock Band's que estão por vir, cumpram e até melhorem o que seus antecessores conseguiram, e para que não sejam um fiasco total, como foi o novo GH5, game mais fraco da série na minha opinião.


Fonte: Games Brasil

Review: Guitar Hero 5 (Wii)

Review: Guitar Hero 5 (2009, Nintendo Wii)




Tendo sido lançado praticamente junto com The Beatles: Rock Band, Guitar Hero 5 é frequentemente comparado ao jogo do Fab Four. Uma comparação infinitamente injusta, diga-se de passagem.

Em todos os aspectos, GH5 é inferior ao TB:RB. Mas prefiro não ficar comparando muito, porque se não vão achar que eu estou desmerecendo o título simplesmente por ser fã dos Beatles e ter uma preferência maior pela franquia Rock Band do que pela série Guitar Hero (ambas verdades, mas enfim, estou analisando simplesmente o jogo, e não comparando-o aos demais).

Visualmente falando, o jogo é lindo... no XBOX360. No Wii, o visual é porco ao extremo. A platéia parece ter saído diretamente de um jogo de Nintendo 64, pois são todos iguais, não possuem dedos, rosto e nem expressão. Fazem sempre o mesmo movimento, todos em sincronia, usam até mesmo a mesma roupa. A modelagem dos personagens até que é bem feita, mas não é melhor já vista em jogos do gênero (cofcofcofBeatlescofcofcof). Além disso, a barra das notas agora é preta, parecida com a do Rock Band. Ok, um ponto positivo, ficou mais bonito. No entanto, o Star Power dificulta um pouco a visão, pois a barra se torna azul no mesmo tom do azul das notas, o que torna um pouco complicado jogar com o Star Power ativado. Aliás, o jogo todo tem um clima meio "azul", já que praticamente todos os efeitos especiais são dessa cor.

Porém, acho que o maior problema fica por parte da playlist. São 85 músicas, e a princípio, esse número surpreende. Realmente, é uma quantidade grande quando comparada aos demais jogos, tanto da série Guitar Hero quanto Rock Band. No entanto, como todos sabemos, quantidade não é sinônimo de qualidade... e essa frase se aplica aqui. Apesar de um número enorme de músicas e um número igualmente grande de artistas (são 85 músicas, de 83 artistas diferentes), são muito poucas as músicas legais. Claro que aqui estamos aplicando gosto pessoal né, mas como quem escreve a review sou eu, quem dá a opinião sobre a setlist sou eu também. Na verdade, praticamente todas as pessoas que eu conheço não gostaram da seleção de faixas do jogo, o que prova que não é implicância minha.

A jogabilidade se mantém a mesma dos jogos anteriores, e como padrão atualmente, é necessário ter o periférico para poder tocar algum instrumento. Vale lembrar também que se você gosta de jogar no vocal em jogos de música, é melhor passar longe desse título. A precisão é péssima, e muitas vezes dá até raiva do jogo. A bolinha que marca o tom da sua voz fica pulando de cima do tom que você precisa alcançar para baixo dele, mas nunca acerta. Muitas vezes, quando você finalmente acerta uma nota e precisa manter o tom, nem adianta: por mais que você mantenha sua voz intacta, a bolinha do jogo vai variar. É simplesmente frustrante (e antes de qualquer coisa, não, o problema não é por eu não saber jogar).

Devido a estes significativos problemas, a diversão se compromete. E já que todas as músicas já vêm habilitadas desde o princípio, praticamente não há motivos para jogar. Uma opção interessante é a possibilidade de passar todas as músicas que você possui no GH World Tour para o GH5, é interessante mas não muito útil, já que para fazer isso é necessário possuir o disco do World Tour. Ainda assim, é um opcional válido, para poder montar playlists com as músicas de ambos os jogos.

Existe também um modo de interação entre o Wii e o Nintendo DS, em que o jogador com o DS deve proteger seu aliado em algum instrumento enviando armadilhas ao instrumento do oponente, que por sua vez tem um aliado com um Nintendo DS e você já deve ter imaginado o resto. Ao meu ponto de vista, esse tipo de jogo, em que o jogador deve usar de "itens" especiais para ganhar não combina com a série e sua proposta.

Uma outra novidade interessante e que eu torço para que seja mantida em títulos futuros (preferencialmente títulos de qualidade) é o modo Party Play. Nele, uma música aleatória começa a tocar, e então qualquer jogador pode entrar e sair do jogo no momento em que quiser, e até mesmo alterar a dificuldade durante a música. Além disso, existe um modo onde é possível jogar com os Miis. É um opcional bem tosco e inútil, mas enfim. Tudo isso além do já clássico modo de criação de músicas.

Enfim, com o mercado atual lotado de jogos musicais, existem opções muito melhores do que o novo GH5.









Avaliação:
Gráficos: 7
Jogabilidade: 7
Som: 7,5
Diversão: 6,5
Replay: 6
Enredo: 6 (Monte uma banda e saia tocando de tudo... mesma coisa que os outros jogos do gênero, sem tirar nem pôr.)
-
Nota final: 6,5
-
Comentário final:
Definitivamente o GH mais fraco até agora. Ainda serve para tirar uma diversão com os amigos de vez em quando, para dar uma variada na playlist dos outros jogos, mas nada de mais. Eu particularmente acho a série Rock Band muito superior e mais bem trabalhada do que a franquia Guitar Hero, mas enfim, é questão de gosto. The Beatles: Rock Band é infinitamente melhor, mais bem feito e mais bem trabalhado.

...

Ok, não resisti.


Pontos fortes: O modo Party Play é uma proposta interessante, e a possibilidade de importar as músicas do World Tour também

Pontos fracos: Platéia mal feita, baixa qualidade das músicas


Vídeo:


See ya!

Review: MegaMan Powered Up (PSP)

Review: MegaMan Powered Up (2006, PlayStation Portable)

A série MegaMan sempre foi uma serie que me faz lembrar que não é só por que um jogo é recheado de quebras cabeças, labirintos, gráficos mega surpreendentes e um enredo de cair o queixo que ele pode superar a simplicidade de um jogo ao estilo “jump and shoot” (definição pular e ativar criado por mim para descrever como vejo a série MegaMan e jogos no mesmo estilo). Seja dita a verdade, não são raros os momentos em que você quer um jogo simples sem ter que ficar quebrando a cabeça ou gastando centenas de horas para evoluir seus personagens para concluir o jogo (sim, isso foi uma indireta para os jogadores de RPG, que assim como eu também procuram um “momento de descanso”).

E é a partir dessa simplicidade e divertimento que os jogos da série MegaMan, que trazem o carismático robô azul para nossos lares, foram adquirindo um sucesso cada vez maior entre nós gamers, tanto os “hardcores” (como por exemplo os jogadores de RPGs que gastam centenas de horas em um jogo, como no exemplo citado a cima) ou os jogadores “casuais”, que jogam de vez em quando somente em busca de um pouco de divertimento ou um passatempo rápido sem ter aquilo como um compromisso, e é este o sentimento que Powered Up nos trás de volta em relação aos jogos da série, sentimento que estava sendo esquecido graças aos títulos da série voltado mais ao estilo RPG (como por exemplo os jogos da série Legends, Battle Network, Star Force...)

Powered Up é um remake do jogo onde tudo começou (Megaman I, lançado em 1987 para NES). Por se tratar de um remake, os jogadores não esperam nada mais do que o mesmo nível do jogo (em relação a qualidade), só que com tudo melhorado, novos gráficos ou alguns extras e melhorias na jogabilidade... E felizmente este papel o jogo cumpre com louvor.

O enredo do jogo é a manjada e a já conhecida história de Dr. Light e Dr. Wily que eram amigos e trabalhavam juntos em meados do ano 20XX, até que um dia Wily se revolta e transforma os robôs construídos junto com Dr. Light, que serviam ao bem da humanidade para o oposto disso, os fazendo maus a ponto de cumprir as ambições de Dr. Wily de dominar e trazer caos ao mundo. Ao se ver sem robôs para proteger o mundo, nosso robô azul entra em circulação quando um menino ajudante do Dr. Light se dispõe a ajudar o mundo e acabar com a tirania de Dr. Wily e sua frota de robôs do mal!

Os gráficos foram refeitos e reestilizados para um estilo “SD” (abreviação de Super Deformed, onde os personagen tem um corpo totalmente desproporcional em relação ao tamanho da cabeça que é absurdamente grande). O estilo não se concentra apenas nos personagens, os cenários e inimigos são totalmente coloridos com cores bem chamativas e claras, tiros e explosões também foram alterados, deixando tudo em sincronia. O estilo também afeta a personalidade dos personagens e os diálogos podem chegar a ser irritantes para marmanjos que querem relembrar os velhos tempos em que jogavam MegaMan I. O maior exemplo de “doçura” dos personagens é passado através do nosso protagonista, que ao termino de uma batalha contra um robô inimigo não o destrói! Ao invés disso ele mostra compaixão e pergunta se esta tudo bem, o levando de volta para sua casa para ser arrumado por seu criador (Dr. Light). O “novo” estilo do jogo pode ter decepcionado alguns fãs, agradado outros e até pode ter feito a série ficar mais popular (principalmente para os pais que compram video games para seus filhos e levam esta parte muito em consideração). Mas se por um lado o jogo parece ser um título infantil e sem graça, por outro ele é totalmente maduro e complicado...

A dificuldade do jogo se manteve como a do original, extremamente complicada com centenas de abismos ou espinhos prontos para acabar com suas vidas num piscar de olhos. As fases, apesar da nova roupagem, continuam como as do jogo original; inimigos posicionados estrategicamente para te “empurrar” para alguma armadilha mortal , que não são poucas, o que acaba até te deixando um pouco frustrado e sem vontade de jogar após inúmeras tentativas sem sucesso. Mas nem tudo esta perdido, para os sem paciência e os que não procuram um desafio maior, o jogo inteiro foi dividido em três dificuldades: Easy, que é a mais fácil e mais relaxante do jogo, onde para te auxiliar, os mapas vem com alguns inibidores de armadilhas, como algumas “caixas” que te fazem passar com mais tranqüilidade e não ser derrubado tão facilmente por inimigos, inimigos estes que além de atirar com menos freqüência, são mais lerdos e alguns nem sequer se mechem. Por pior que pareça, isso não deixa o jogo fácil de mais, pois algumas telas são tão complicadas que até neste modo você tem certo problema em passar. Já o modo Normal é um modo onde você percorre o mapa do modo como ele deve ser, sem caixas de ajuda, inimigos se movimentando e atirando com normalidade bem mais complicado... Mas o ápice da dificuldade vem com o modo Hard, onde a fase inteira entra em complô para tirar sarro da sua cara e estragar seu dia de diversão. Neste modo, tudo é mais complicado; os inimigos e mestres atiram mais rápido, se movem mais rápido, tem mais variadade de movimentos, as armadilhas das fases aparecem com muito mais frequência e não perdem a oportunidade de te derrubar entre uma plataforma e outra. Enfim, um modo totalmente não recomendado para quem quer apenas se divertir descompromissadamente.

O som do jogo também merece destaque. Enquanto os pulos, tiros, dashs foram apenas “remasterizados” da versão original, a dublagem dos personagens foi adicionada, levando bem mais personalidade e até mais carisma para os robôs cabeçudos. Robôs estes que por sua vez aparecem em maior número, pois nesta versão foram adicionados mais dois novos chefes à lista de inimigos prontos para te enfrentar. São eles OilMan, que tem o ataque especial que te prende em uma gosma em um lugar fixo, fazendo você tomar uma quantidade elevada de dano a cada armadilha que você cai. O outro robô foi TimeMan que ataca dardos em forma de ponteiros de relógio, além de poder alterar a velocidade do tempo, o que pode lhe trazer sérios problemas.

Além da novidade na adição de dois novos inimigos, o jogo ainda trás um modo Challenge, com um total de cem “subquests” que ao serem completadas lhe dão o direito de jogar com ProtoMan. E não é só este personagem que está disponível para gameplay (a maior supreesa do jogo se concentra nisso): ao derrotar alguns mestres, você pode jogar todas as missões novamente, só que controlando os próprios chefes que foram derrotados! São seis robôs jogáveis (com exceção de MegaMan), cada um com suas características únicas, e se você pensa que acabou esta enganado! Além da quantidade relativamente gigantesca de personagens jogáveis, a Capcom deu aos fãs da série um presente, trazendo um DLC com personagem Roll!

Para fechar o jogo sem deixar nenhum defeito, as numerosas doze fases (que se multiplicam em 36 com cada personagem e em 468 se jogadas com todos os peronagens) o jogo ainda trás um modo de criação de fases que podem ser colocadas para download junto com outras milhares já disponíveis através da rede.

Se este não for o melhor jogo da série já lançado até hoje, provavelmente é o mais completo de toda a série em plataforma.

Avaliação:

Gráficos: 10
Jogabilidade:
10
Som:
10
Diversão: 9,5
Replay: 10
Enredo: 8

-
Nota Final: 9,5
-


Comentário Final: Se você tem um PSP, pense sériamente em adquirir este game, pois com certeza ele é um dos melhores do portátil.

Pontos Fortes: Fator replay altíssimo

Pontos Fracos: Para alguns os gráficos no estilo “SD” pode atrapalhar um pouco (na minha opinião não é um defeito, mas pode ter decepcionado alguns fãs ao redor do mundo)

Video:

Review: Bayonetta (X360)

Opa, tudo bem pessoal ?
Hoje trago para vocês a review de um dos lançamentos mais quentes de 2010.
Espero que gostem :]

-----------------------------

Review: Bayonetta (2010, XBOX 360)



Monstros gigantes, centenas de variações de combos, trilha sonora frenética, armas e mais armas, e um alto apelo sexual. Vai me dizer que você realmente gosta de tudo isso? Pois é, eu também. Se é tudo isso o que você procura em um jogo, então, acabou de achar, Bayonetta traz tudo isso e muito mais.

A história da nossa heroína, começa em uma cidade européia chamada Vigrid. Nessa cidade Bayonetta vê espíritos dos habitantes que vivem lá (ao que parece, vivem em outra dimensão) ela não se lembra de nada, apenas sabe que possui poderes esmagadores, e que os anjos são seus inimigos, e querem leva-la para o inferno. Mais pra frente, a história de Bayonetta vai sendo desvendada aos poucos, e ela descobre que é uma bruxa que acordou de um longo sono de 500 anos.

Conforme você vai avançando no game, antigos rivais, amigos, e inimigos de Bayonetta vão aparecendo, o que vai fazendo sua memória despertar aos poucos. Por volta da metade do game, ela conhece uma garotinha chamada Cereza, e a partir daí, toda a história se passa em torno de Bayonetta e Cereza. Muitos mistérios são revelados nessa parte do game e... (bom, vou parar de contar a história por aqui para não perder a graça, hehe)

Sem contar a história, que apesar de simples, é bastante envolvente, o jogo realmente chama atenção pela infinidade de combos que Bayonetta é capaz de executar. Com apenas um botão, ela é capaz de executar variados combos dependendo apenas da velocidade em que você o aperta, sendo possível também, fazer dezenas de combinações apenas alternando a ordem dos botões. A nossa protagonista, também conta com 2 pares de armas iniciais (uma em cada mão, em uma em cada pé) o que torna o visual dos combos muitos mais lindo, pois ela alterna entre tiros e porrada, deixando as batalhas muito mais intensas e violentas.

Bayonetta tem sua roupa feita de seus próprios longos cabelos, que ela usa também durante as batalhas. Depois de alguns combos insanos, ela sempre usa um finisher especial, onde aparecem punhos e botas gigantescas na tela, para esmagar seus adversários (punhos e botas feitos de seus próprios cabelos) nesse momento, por alguns segundos, ela fica levemente despida (não totalmente, não seja pervertido). Além dos finishers que ela é capaz de executar, depois de muita pancada aparecerá na parte inferior da sua tela, uma seqüência de botões, aperte-os corretamente e ela fará os chamados Torture Attacks, onde ela usa instrumentos de tortura medieval para acabar com seus inimigos (isso é uma referência histórica que o game faz a época em que aquelas consideradas bruxas eram torturadas e depois queimadas)

O game conta com chefes ao estilo God of War, gigantescos, na maioria das vezes ocupando a tela inteira. As batalhas também são no mesmo estilo, bata, bata, e continue batendo, até aparecer uma seqüência de botões, onde Bayonetta executará diversos movimentos absurdamente alucinantes, finalizando sempre com suas tão famosas invocações gigantescas, variando entre, pássaros, aranhas, serpentes, entre outras, nas quais, também são feitas com seu cabelo, deixando-a altamente despida (mas, suas partes íntimas continuam cobertas, hehe).

O game possui gráficos excelentes, personagens muito bem detalhados, monstros e chefes mais bem feitos ainda, em sua maioria, possuem um visual altamente intimidante, com dublagens mais intimidantes ainda. Os cenários também são deslumbrantes, e de uma beleza impar. Destaco o paraíso, um cenário onde ocorre um misto de um jardim florido, com algumas montanhas ao fundo, e um lago cristalino, realmente é algo muito bonito de se ver.


Um detalhe que particularmente gostei bastante do game, foram suas cenas, pois elas alternam entre cenas corridas, e cenas ao estilo HQ, onde apresentam movimentos tímidos, como apenas o balançar do cabelo de um personagem com o vento. As cenas corridas, são focadas basicamente nas lutas, ou no encontro de Bayonetta com algum personagem importante no game, aonde se nota explicitamente o apelo sexual do game. A câmera persegue sempre o traseiro e os peitos de Bayonetta, principalmente em suas cenas de luta, pois com os movimentos elásticos dela, suas partes mais íntimas ficam disponíveis a nossa vista, e adivinha onde a câmera foca?. A parte sexual do game, é altamente notada nas cenas em que Bayonetta se encontra com sua rival, pois agora em vez de uma mulher peituda e bunduda, temos duas (prato cheio para os produtores tarados do game) e pra deixar as coisas um pouco mais quentes, no meio de lutas sérias, entre as duas rivais, o nosso querido autor do game, Hideki Kamiya, resolveu encaixar uma disputa de dança entre as duas, preciso dizer que essa disputa envolve posições altamente sensuais?

A dublagem também não perde em nada para os outros quesitos, muito bem feita, com vozes que combinam com o visual e a personalidade de cada personagem.
A jogabilidade também é um ponto que merece destaque. Combos facilmente executáveis, apesar da quantidade, o segredo está na ordem, e na velocidade em que você aperta os botões, seqüências diferentes, geram combos diferentes.
Duas novidades que para mim, tornaram a jogabilidade perfeita, foram o Witch Time, e o Witch Walk. O Witch Time consiste basicamente em uma esquiva bem feita, se você se esquivar de um ataque inimigo exatamente na hora certa, a tela ficará roxa, nisso o tempo se torna lento, seus inimigos o atacarão em slow motion, enquanto Bayonetta fica mais rápida, é extremamente útil contra aqueles chefes que atacam muito rápido, e você não tem nem tempo de chegar perto. A novidade do Witch Walk, consiste apenas em andar, mas não simplesmente pelo chão, você é capaz de manter batalhas em paredes, tetos, e pilastras, sendo possível também, alternar esses ambientes no meio da batalha, deixando a luta totalmente num clima surreal e sem gravidade alguma.

O game é relativamente curto, sendo possível zera-lo em até 10 horas (seguindo o estilo de Devil May Cry, afinal é do mesmo autor) porém, não pense que zerando o jogo acabou tudo o que tem pra fazer, o game possui uma quantidade de extras absurda. São infinitos itens, a serem pegos, roupas para se liberar e diversas armas extras, assegurando tranquilamente diversas horas de jogo a mais.

Umas das coisas que mais curti no jogo, foi o chamado New Game + , onde o jogador pode começar tudo de novo com todos os itens, técnicas, e armas que adquiriu no jogo passado, porém você começa na próxima dificuldade, por exemplo, se você zerou o game no easy, começara um New Game + no Normal, e assim por diante. Agora sim, o que eu realmente achei o ápice do game, foram as dificuldades. O game não é totalmente igual de uma dificuldade para a outra, por exemplo, em uma determinada parte do jogo no easy, você tem que matar todos os monstros do local antes de acabar o tempo, já no normal, nessa mesma parte, além de ter que matar todos os monstros no tempo, você tem que fazer isso executando 3 Torture Attacks, isso é realmente muito bom, pois além de aumentar a dificuldade do game obviamente, o game não se torna totalmente igual, sendo um estímulo a mais para jogar nas outras dificuldades, sem saber que surpresas o serão reveladas dependendo da dificuldade em que você está.

Bayonetta, é um título altamente recomendado para os fãs de jogos de ação, principalmente, para os adoradores de Devil May Cry. O jogo apresenta tudo o que um game de ação deve ter, com chefes gigantescos, monstros mal encarados, e personagens carismáticos. Se você gosta de porrada do começo ao fim, e mulheres gostosas em poses altamente sensuais, esse é um jogo que não pode faltar em sua coleção, e é claro, que a cena de Bayonetta dançando no cano nos créditos finais, dispensa comentários.



Avaliação:

Gráficos: 10
Jogabilidade:
10
Som:
9,5
Diversão: 9,5
Replay: 10
Enredo: 9
-
Nota Final: 10
-
Comentário Final: Game excelente, dos jogos de ação, foi um dos melhores que já joguei.

Pontos Fortes: Gráficos lindos, cenários lindos, dublagem muito boa, e jogabilidade perfeita, sem contar a quantidade de extras.

Pontos Fracos: Por se tratar de uma história sobre bruxas, anjos e uma forte ligação com o passado, o enredo poderia ter sido mais bem aproveitado, mais nada que ofusque o brilhantismo do jogo.



Vídeo:

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Notícia: Controle de gestos do PS3 é adiado para o final de 2010

A Sony Computer Entertainment anunciou que seu controle de detecção de gestos para PlayStation 3, apresentado na E3 do ano passado, agora só será lançado no último trimestre do ano. Até então, a previsão era de que aparecesse no segundo trimestre.O motivo do adiamento é para ter tempo de construir uma atrativa linha de jogos compatíveis, segundo a companhia. O lançamento do sistema está previsto para Japão, Ásia, América do Norte e Europa.


"Estamos fortalecendo nosso suporte para que as produtoras possam acelerar o desenvolvimento de jogos que usem o controle de gestos e também, é claro, os estúdios de todo o mundo da Sony também estão fazendo games para o sistema", afirma Kazuo Hirai, presidente mundial da Sony Computer Entertainment.

Para a Sony, o dispositivo de gestos é tratado como uma segunda linha de controle "de facto", ou seja, será tão importante quanto o Dualshock 3. Assim, o novo sistema não vem para substituir o joypad nem ser um acessório secundário.

O controle de gestos do PlayStation 3 - que ainda não tem nome mas a última especulação é de que se chame Arc - é constituído por um bastão com botões e uma esfera luminosa na ponta. O sistema também necessita da câmera PlayStation Eye. Assim como no Wii, ao movimentar o bastão, o jogo reconhece os movimentos do jogador. Num game de tiro, por exemplo, pode-se fazer a mira apontando o dispositivo para a tela - é assim que pretende funcionar "Resident Evil 5: Gold Edition". Também pode fazer as vezes de arco-e-flecha, espada e pincel, dependendo do título.

Além da nova edição de "Resident Evil 5", estão previstas atualizações em games como "LittleBigPlanet", "Flower", "Pain" e "High Velocity Bowling" para que funcionem com o novo sistema. Além deles novos "Ape Escape" e "echochrome" estão previstos para o controle, além dos inéditos "Sing and Draw", "Champions of Time", "Motion Party", "The Shoot" e "Tower", todos com nomes provisórios.


Por hoje é isso galera. Agora, o negócio é esperar essa novidade da Sony, e ver no que vai dar :]

Se cuidem, e até breve.

Fonte: Uol Jogos.

Notícia: Números, números e mais números!

Fala galera, beleza?
Compensando a ausência, vou postar aqui pra vocês algumas informações interessantes.


Vendas dos consoles nos EUA em 2009

Os números abaixo representam a vendagem total dos consoles nos Estados Unidos durante o ano passado.

Nintendo DS / DSi
11.185.400
--------------------------------------------------------------------------------
Wii
9.460.000
--------------------------------------------------------------------------------
Xbox 360
4.770.700
--------------------------------------------------------------------------------
PlayStation 3
4.334.500
--------------------------------------------------------------------------------
PSP / Go
2.495.900
--------------------------------------------------------------------------------
PlayStation 2
1.799.900

Óbviamente, o topo de vendas é da Nintendo, com uma diferença grande. Enquanto o Wii vendeu mais que o o XBOX 360 e o PS3 juntos, os dois modelos do DS venderam por volta de 9 milhões de unidades a mais que seu concorrente da Sony, o PSP (considerando também seus dois modelos, o normal e o Go).


Venda da semana de consoles no Japão


PSP (1000-3000)
145.682
--------------------------------------------------------------------------------
Wii
76.772
--------------------------------------------------------------------------------
PlayStation 3
61.591
--------------------------------------------------------------------------------
Nintendo DSi
50.178
--------------------------------------------------------------------------------
Nintendo DSi XL
45.221
--------------------------------------------------------------------------------
Nintendo DS Lite
10.067
--------------------------------------------------------------------------------
Xbox 360
5.461
--------------------------------------------------------------------------------
PlayStation 2 / Slim
3.092
--------------------------------------------------------------------------------
PSP Go
2.841


Vale lembrar que as vendas altíssimas do PSP se justificam pelo recente lançamento de um novo jogo da franquia Kingdom Hearts. De resto, nada muito anormal... Wii e DS vendem bem, PS3 está correndo atrás do prejuízo agora, e o PSP Go dá vexame ainda. Quanto ao XBOX, não há muito o que se dizer. Por ser uma marca americana, não tem vendagem boa na terra do sol nascente.


Top 30 - jogos mais vendidos da semana no Japão

1. [PSP] Kingdom Hearts: Birth By Sleep (Square Enix) - 446,000 / NEW
2. [WII] New Super Mario Bros. Wii (Nintendo) - 159,000 / 2,867,000
3. [NDS] Tomodachi Collection (Nintendo) - 94,000 / 2,596,000
4. [WII] Wii Fit Plus (Nintendo) - 54,000 / 1,474,000
5. [NDS] The Legend of Zelda: Spirit Tracks (Nintendo) - 48,000 / 466,000
6. [PS3] Final Fantasy XIII (Square Enix) - 42,000 / 1,844,000
7. [NDS] Pokémon HeartGold/SoulSilver (Pokemon) - 37,000 / 3,576,000
8. [NDS] Inazuma Eleven 2 Fire/Blizzard (Level 5) - 37,000 / 1,013,000
9. [WII] Wii Sports Resort (Nintendo) - 33,000 / 1,668,000
10. [PSP] Phantasy Star Portable 2 (Sega) - 27,000 / 532,000
11. [WII] Taiko Drum Master Wii 2 (Bandai Namco)
12. [PSP] Monster Hunter Portable 2nd G BEST Reprint (Capcom)
13. [PSP] World Soccer Winning Eleven 2010 (Konami)
14. [WII] Momotarou Densetsu 2010 (Hudson)
15. [WII] Mario Kart Wii (Nintendo)
16. [PS3] Call of Duty: Modern Warfare 2 (Square Enix)
17. [NDS] Prof. Layton and the Flute of Malevolent Destiny (Level 5)
18. [NDS] New Super Mario Bros. (Nintendo)
19. [WII] PokéPark Wii: Pikachu's Great Adventure (Pokemon)
20. [PSP] Mobile Suit Gundam: Gundam vs. Gundam Next Plus (Bandai Namco)
21. [NDS] Peng 1 Gran Prix: Penguin no Mondai Special (Konami)
22. [NDS] Mario & Sonic at the Vancouver Olympics (Nintendo)
23. [WII] Samurai Warriors 3 (Koei)
24. [NDS] Tamagotchi no Narikiri Channel (Bandai Namco)
25. [PS3] World Soccer Winning Eleven 2010 (Konami)
26. [NDS] Dragon Quest IX: Sentinals of the Starry Skies (Square Enix)
27. [NDS] Mario Kart DS (Nintendo)
28. [NDS] Power Pro Kun Pocket 12 (Konami)
29. [PSP] Naruto Shippuden: Narutimate Ancel 3 (Bandai Namco)
30. [WII] Tales of Graces (Bandai Namco)

Visivelmente, o ranking é dominado em grande parte por jogos lançados para os consoles Nintendo. Destaque para New Super Mario Bros., jogo de 2006, que ocupa o 18º lugar no ranking dessa semana, tendo suas vendas impulsinadas pelo recém-lnçado título de Wii. Podemos ver também a vendagem do novo Kingdom Hearts do PSP, que impulsionou as vendas do portátil. Final Fantasy XIII ocupa também uma boa posição do ranking.

Vale notar que nesse ranking dos 30 jogos mais vendidos da semana, NÃO CONSTA nenhum título de XBOX, mostrando que além do console vender pouco no Japão, as vendas dos jogos também não são boas.


Números extraídos de notícias do site Wii Brasil.









...E nada retrata melhor a situação do mercado atual do que a imagem acima.


Enfim, por hora é só. Até mais!

See ya!

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Review: Rock 'n Roll Racing (SNES)

Review: Rock 'n Roll Racing (1993, Super Nintendo Entertainment System)



Este título, considerado um clássico da era do SNES, marcou a infância de muita gente por aí. Com uma trilha sonora incrível, o game traz diversas músicas do bom e velho Rock n' Roll digitalizadas. Embora a qualidade sonora seja muito boa, peca pela repetição: Existe uma variedade de quatro músicas mais ou menos, o que acaba se tornando um tanto quanto enfadonho. Além das músicas, o jogo conta com uma narração que, embora também não tenha muitas frases, é bem engraçada, para não dizer bizarra. Isso sem citar os sons de freadas, arrancadas e afins.

Graficamente, não é nada de mais. As pistas são incrivelmente simples, e os poucos carros também não possuem muitos detalhes, enquanto os sprites dos rostos dos corredores são tão bizarros que chega a dar medo. A interface do jogo também é bem simples.

A variedade de carros também é muito pequena. Existem apenas três modelos de veículos para serem selecionados no início do jogo, sendo que o jogador só tem dinheiro suficiente para escolher entre dois dos três modelos. A única customização de aparência possível dos carros é alterar a cor no momento da compra, o que, convenhamos, não é muita coisa. Porém, é possível equipar os carros com vários acessórios, desde turbos, motores mais potentes, mais cargas para o armamento, enfim, uma imensa quantidade de power ups pode ser adicionada ao seu veículo, o que aumenta bastante o fator replay do game.

A quantidade de pistas, adivinhem, deixa a desejar. Cada campeonato é composto por muitas corridas (que vão aumentando conforme o jogador avança), porém cada copa é composta por apenas quatro ou cinco pistas diferentes, sendo necessário que você corra na mesma tela por diversas vezes. Isso pode tornar o jogo um tanto repetitivo, mas não diminui muito a diversão proporcionada.

Quanto à jogabilidade, é possível que você demore um tempo para se acostumar com as derrapadas dos carros, mas nada de mais. Conforme você equipa seu carro, fica bem mais fácil de guiar. Para acelerar, basta segurar o botão B, enquanto o A é responsável por soltar armadilhas na pista, o X para atirar e o Y para soltar turbo/pular/etc. Os botões L e R servem para fazer drifts, mas as derrapadas que o carro dá quando você faz uma curva normalmente torna a função desses botões um tanto desnecessária. Porém, o estilo de câmera pode ser um problema em alguns momentos, pois por diversas vezes você vai se encontrar pulando uma rampa e acabando por cair do penhasco, sem nem ao menos alterar a direção do veículo.

O esquema de jogo é simples. Cada torneio é composto de um determinado número de corridas, e para avançar, é necessário que o jogador marque uma certa quantidade de pontos, que aumentam conforme você avança, sendo necessário melhores colocaçõs em boa parte do torneio. A pontuação e o dinheiro que o jogador ganha após cada partida é determinado pela posição que o mesmo atingiu durante a corrida, que são compostas por quatro carros e três voltas.

Para alcançar uma boa colocação, cada carro conta com alguns power ups específicos. Alguns contam com turbos, enquanto outros possuem pulos, e assim por diante, além de uma arma específica para cada um também. As pistas possuem alguns itens espalhados pelo trajeto, como dinheiro e itens de recuperação para o carro, que conforme vai levando dano, explode, fazendo com que o jogador perca um tempo precioso.

O jogo trás também um modo multiplayer para dois jogadores, em que cada um seleciona um carro que já vem totalmente equipado, com todos os stats no nível máximo. Existe ainda um método para se jogar no modo carreira com dois jogadores.

Apesar de todos os defeitos e da pouca variedade, este é um jogo que diverte bastante, e possui um nível de replay alto. Infelizmente não pude avançar muito no jogo, pois ainda não descobri como faço para o jogo me dar um password para que eu continue depois, mas enfim, dá pra se divertir.



Avaliação:
Gráficos: 7,5
Jogabilidade: 8
Som: 9
Diversão: 8,5
Replay: 8
Enredo: Não possui.
-
Nota final: 8
-
Comentário final: Apesar de bem precário, o título é bem divertido. Tendo como atrativo principal a trilha sonora, é um jogo bem agradável de se ouvir, e apesar das músicas serem digitalizações de músicas reais, ficou muito bom.


Pontos fortes: Trilha sonora e muitos equipamentos para os veículos

Pontos fracos: Pouca variedade de carros, pistas e músicas

Vídeo:


See ya!

OFF: Explicações e desculpas!

Gente, me desculpem pela ausência do blog ultimamente. Não pude acessar à internet, então não deu pra revisar os textos dos outros usuários (que é uma das minhas funções), e nem postar reviews novas. Mas não se preocupem, por que isso deve mudar em breve, e eu já tenho alguns textos prontinhos para vocês!

Sei que como único administrador do blog, deveria me manter mais presente, mas me desculpem!

Espero que não volte a acontecer.

Bom pessoal, logo logo eu posto uma review quentinha pra vocês!

See ya!