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quinta-feira, 25 de março de 2010

OFF: Despedida

Fala pessoal, tudo beleza?

É difícil eu sei, mas vim para me despedir, mas espero voltar daqui um tempo. Sairei porque utimamente estou sem tempo, e sei que um blog de games precisa de atualizações frequentes, por isso resolvi sair, mas quem sabe daqui um tempo eu volte. Gostaria de deixar um muito obrigado por todos que acompanharam o blog até hoje e pedir para que continuem acompanhando. Vou dar também boas vindas aos novos integrantes do blog e desejar uma boa sorte a todos, e pelo que eu li os caras escrevem bem e vão fazer sucesso, pode apostar!
Desde já agradeço à vocês, e quem sabe até algum dia :]

R.A.P.hael

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Aposta nos jogos em rede torna games 100% off-line objetos em extinção

Jogos trazem componentes on-line cada vez mais fortes.
G1 conversou com especialistas em videogames no Brasil.


Foto: Divulgação

Game totalmente on-line, 'MAG' tem suporte para até 256 jogadores simultâneos.

Games que trazem modos de jogo on-line ou que são totalmente jogados pela internet existem há mais de uma década, com títulos como “Counter-strike” e “Everquest”. Mas foi nos últimos anos que a maior facilidade de acesso à rede e o aumento na velocidade da conexão popularizaram títulos com esse recurso, principalmente nos consoles. Atualmente, os jogadores exigem que os grandes lançamentos do mercado apresentem modos de jogo on-line e, por isso são cada vez mais raros os jogos 100% off-line.

O lançamento do game de tiro para múltiplos jogadores on-line “MAG”, que suporta 256 usuários simultâneos, ao lado de títulos que focam em partidas pela rede como “Counter-strike” e “Everquest”. Mas foi nos últimos anos que a maior facilidade de acesso à rede e o aumento na velocidade da conexão popularizaram títulos com esse recurso, principalmente nos consoles. Atualmente, os jogadores exigem que os grandes lançamentos do mercado apresentem modos de jogo on-line e, por isso são cada vez mais raros os jogos 100% off-line.

O lançamento do game de tiro para múltiplos jogadores on-line “MAG”, que suporta 256 usuários simultâneos, ao lado de títulos que focam em partidas pela rede como “Call of duty: modern warfare 2”, “Warhawk” e “World of warcraft”, por exemplo, mostram que os games estão cada vez mais conectados.

Ao ser anunciado na Electronic Entertainment Expo (E3) 2008, “MAG” foi cercado de grande expectativa. Ao trazer um grande número de gamers on-line no PlayStation 3, o título permite criar uma batalha virtual entre dois exércitos. O jogador faz parte de um esquadrão e precisa trabalhar em equipe de acordo com sua classe no game. A expectativa é que os próximos games incorporem o modelo de “MAG”, com ainda mais potencial de interação entre jogadores.

Games sempre conectados

Os jogadores são atraídos para o game on-line porque as partidas nunca são iguais. O motivo disso está na interação entre os jogadores, que conversam entre si e criam estratégias para completar uma missão.

“O cérebro humano apresenta diversos modelos cognitivos e o que mais funciona no jogador é o da detecção de padrões”, afirma Roger Tavares, doutor em games pela PUC-SP. “O problema do jogo off-line é que estes padrões se esgotam muito rápido. Quando o jogador parte para um game on-line, ele vê pessoas criando padrões diferentes e ele desejará decifrar todos”.

Para André Nogueira, produtor do estúdio brasileiro Tectoy Digital, os games on-line ou com modos de jogo pela internet são uma tendência sem volta. “Não há como substituir o ser humano na qualidade da interação social. Quando se desenvolve um jogo on-line, você está pedindo ajuda ao usuário para que ele torne o game ainda mais legal e mais rico”, afirma. “


A socialização entre amigos é outro motivo que fortalece o desenvolvimento de componentes on-line pela indústria de games. “É mais do que uma tendência, é uma evolução natural”, diz Bertrand Chaverot, diretor da Ubisoft Brasil. “A maioria dos jogos são feitos com uma parte multijogador forte, trazendo socialização. E a inteligência dos seus amigos é melhor que a Inteligência Artificial do computador”.

Foto: Divulgação

'Maple story', da Level Up! Games, é exemplo de jogo totalmente conectado.

“A competitividade dos games on-line é o que atrai grande parte dos jogadores”, diz Julio Vieitez, diretor-geral da Level Up! Games, empresa especializada em jogos on-line. “O modelo on-line já faz parte da estrutura dos principais títulos. Mesmos nos consoles, vimos a expansão desse modo com rankings e com modos de jogo pela internet”.

O sucesso das redes associadas aos consoles da Microsoft e da Sony mostra que a aposta na radicalização da experiência on-line tem base de ser. “Isso faz com que a experiência proporcionada pelo game seja muito mais forte”, conta Marcos Khalil, sócio-diretor da rede de lojas especializadas em games UZ Games. “Poder jogar com outras pessoas permite conversar, compartilhar itens e acessórios, além de fazer com que o universo esteja sempre em evolução”.

De olho no modo on-line

Na tentativa de deixar para trás a baixa na venda de jogos no ano passado, as empresas apostam em modos de jogo on-line para os grandes lançamentos do setor em 2010. A Electronic Arts anunciou na terça-feira (8) que todos os seus produtos lançados este ano terão funcionalidade pela rede. Entre os títulos estão “2010 FIFA World Cup”, “Skate 3”, “NBA Jam” e “EA sports MMA”.

Também na terça, a Ubisoft revelou que o próximo “Assassin’s creed” será focado em um modo multijogador pela rede. A desenvolvedora francesa também pretende criar títulos voltados para o publico casual. “‘Imagine town’ é um dos jogos on-line que a Ubisoft lançará, mostrando nossa preocupação com títulos em rede”, explica Chaverot. “Outros games pela internet serão ‘Might & magic heroes kingdoms’ e um MMORPG [RPG para múltiplos jogadores com partidas pela internet] de peso que ainda será anunciado”.

O console Zeebo, da Tectoy, apresenta conexão à internet por meio da rede 3G, que é utilizada para a compra de jogos e para atualizações de sistema. A empresa pode aproveitar o recurso e lançar jogos partidas pela rede. “A experiência de lançar ranking on-line no Zeebo foi bem recebido pelos jogadores e gostamos muito do resultado”, conta André Nogueira. “Certamente, isso deve pautar a produção dos próximos títulos para a plataforma”.

Game on-line não é para todos

Por mais que o caminho para games totalmente on-line pareça inevitável, existe a preocupação de que eles atinjam somente os aficionados em videogames. Um dos motivos é que, nos títulos atuais, os modos multijogador estão repletos de gamers habilidosos e que passam horas treinando.

Foto: Divulgação

'Modern Warfare 2' tem modo on-line que é difícil para a maioria dos jogadores.

“Sozinho, vou bem nas campanhas [do game de tiro] ‘Bad company’, mas quando jogo on-line, não consigo ficar um minuto vivo”, conta Roger Tavares. “A primeira preocupação das produtoras foi disponibilizar o game on-line. Agora, é preciso conseguir organizar as informações dos usuários e fazer com que o sistema saiba colocar pessoas do um nível para jogar juntas”.

Trazer os jogadores cada vez mais para dentro do mundo on-line do jogo pode ser uma das soluções para este problema. “O acesso gratuito aos jogos atrai os jogadores, que podem ficar jogando o tempo que quiserem sem pagar nada”, afirma Vieitez. “Posso ficar um ano jogando e, quando eu desejar ter algum item ou algum cenário novo, eu pago por ele”.

Por outro lado, a popularização dos games on-line no Brasil pode levar mais tempo do que nos países mais desenvolvidos. Além do alto preço dos consoles, dos equipamentos para o PC e dos games, o custo pelo acesso à internet de banda larga e a velocidade da conexão no país pode afastar a maioria dos interessados. “A estrutura brasileira de internet ainda está longe da ideal, mas quando o game vem para o Brasil com servidores, a melhora é significativa”, explica Vieitez

Na opinião de Marcos Khalil, a velocidade de internet pode ser um agravante para a popularização dos jogos on-line no Brasil. “A internet do Brasil vem melhorando muito. Quando o brasileiro pegar gosto pelo jogo on-line ninguém mais vai segurar a gente”.


Fonte: G1

sábado, 30 de janeiro de 2010

Notícia: O que esperar dos games no iPad

A tela touch screen 9,7 polegadas é a maior expectativa dos gamers, mas quem provou diz: os demos ainda deixam a desejar



Mais útil que canivete suíço, o novo iPad da Apple tem potencial para substituir vários dos seus gadgets: ele é um e-reader, um iPhone, um notebook - e, quem sabe, pode até se tornar seu videogame. As desenvolvedoras de games, Eletronic Arts e Gameloft, já deram algumas demonstrações sobre o que estão planejando para o tablet no evento de lançamento, com as primeiras versões de N.O.V.A e Need for Speed: Shift para a nova plataforma.

Para começar, só a tela touch screen já é uma grande promessa. Nada de controles, a coisa toda funciona só no toque. Ok, seu iPhone já fazia isso. Mas imagine as possibilidades que uma tela de 9,7 polegadas abre para os mesmos jogos. No jogo de corrida Need for Speed: Shift, por exemplo, bastará tocar o seu espelho retrovisor para ver os carros que estão atrás de você. Ou em N.O.V.A, o atirador em primeira pessoa poderá ampliar um mapa na tela e ajustá-lo ao tamanho que desejar.

“O display é enorme, o que faz o game extremamente divertido de se jogar”, disse Mark Hickey, da Gameloft, para a Wired. “O tamanho também te dá mais flexibilidade para controlar o jogo”. Para aumentar as vantagens, o processador de 1GHz do iPad é bem superior aos 3GS do iPhone. O iPad tem conexão Wireless e pode ter tecnologia 3G, ou seja, nada impede que desenvolvedores trabalhem em games para se jogar em rede. Sem contar que ele é extremamente portátil, cabe facilmente em uma mochila - e você pode jogar onde bem entender.

O potencial parece ser bom, mas quem colocou as mãos no gadget diz que os games demo (que incluiam The Sims 3, Super Monkey Ball da Sega, Tetris, Scrabble, Madden NFL Football, entre outros) ainda deixam a desejar. “Os jogos (...) eram simplesmente versões planejadas com o iPhone e o iPod Touch em mente”, avaliou o blog Kotaku. “Eram aplicativos do iPhone que você pode comprar e jogar agora mesmo, mas aumentados para o tamanho da tela do iPad”. A avaliação dos blogueiros ainda apontou que, para quem está acostumado a jogar com o iPhone, o peso do iPad incomoda. “Segurar o iPad, manejá-lo com os dedos (...) era desconfortável e estranho”.

Já há empresas trabalhando para ajustar os jogos ao novo equipamento. A Stand Alone, por exemplo, trabalha em uma versão de seu jogo para iPhone "Crosswords" antes mesmo do anúncio oficial do iPad. E as expectativas são de que jogos específicos para iPad sejam lançados junto com o gadget na primavera americana (nosso outono).

Caso você também queira dar uma checada no que a máquina pode fazer com relação a games por enquanto, o vídeo feito pelo blog Slide to Play pode dar uma ajuda.




Fonte: Galileu-Globo

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Review: NBA Live 10 (X360)

Manos e minas tudo firmeza com vocês? Vou fazer
minha primeira review aqui, é de um jogo que adoro
jogar na vida real e nos Games, é o basketball =D
Espero que gostem, e lembre-se, críticas e sugestões
são bem-vindas :]

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Review: NBA Live 10 (2009, XBOX 360)




Tal como acontece com FIFA e todo conjunto de jogos da EA Sports, todos os anos chega até nós uma nova e melhorada edição das suas séries NBA Live. Depois de ter entrado quase que em queda livre a partir de 2008, o título aparece agora renovado e parece ter aprendido com todos os seus erros para nos dar a melhor experiência possível.



Parecido com o que aconteceu na edição do ano passado, cabia agora à EA Canadá o cuidado de melhorar esta nova versão, e podemos dizer que parte dos objetivos foram cumpridos. Tudo, desde as animações à melhor circulação dos jogadores em quadra, melhorando as transições entre animações, foi conseguido em sua maioria. Sem dúvida esse NBA Live é o simulador mais próximo da realidade que temos visto nos últimos anos.

A jogabilidade foi um dos pontos de mudança. Esqueça aquelas brilhantes jogadas em que o jogador pega na bola e leva até ao outro lado, passando e driblando todos, terminando com uma cesta espetacular. Agora é mais fácil defender cada jogada, sendo que a inteligência artificial é capaz de manter-se atenta, roubando e interceptando bolas, dificultando assim as nossas ações. Assim, temos agora que pensar na melhor forma de efetuar uma jogada, observando a posição dos jogadores do outro time e ver como podemos avançar até a cesta do time adversário.

O esquema dos botões de controle também foi um pouco alterado. A mudança mais óbvia é o fato de encontramos apenas um botão para fazermos a cesta. O truque para realizar diferentes jogadas como enterradas, arremessos e etc. está basicamente na proximidade do jogador com a cesta, marcando pontos de vários modos distintos.

Como dito inicialmente, também houve alterações na forma como os jogadores se movimentam em quadra, com animações bem realistas, sendo possível até mesmo ver o suor dos jogadores, dando uma sensação maior ainda de realidade. Outra característica importante é o fato do uniforme dos jogadores se movimentarem enquanto estão correndo, muito bem feito. No entanto, apesar de todas essas pequenas mudanças para tornar o jogo mais realista e mais perto dos jogos reais, o título acaba infelizmente apresentando alguns outros problemas. Parece que a rapaziada da EA Canadá não teve tempo para aperfeiçoar alguns aspectos dos jogadores e inteligência artificial. Po
r exemplo, às vezes a bola atravessa magicamente partes do corpo dos nossos jogadores ao tentar interceptar um passe.

Numa avaliação geral, sobre o nível da jogabilidade, podemos dizer que esta é uma evolução para a série NBA Live, mantém todas as opções táticas presentes anteriormente e adiciona um novo ritimo e um sistema de controle que exige mais trabalho em cada jogada.



Sobre os modos de jogo, tudo em NBA Live 10 está bastante semelhante ao anterior, sendo todos eles muito similares ou simples evoluções dos conceitos já presentes. Um bom exemplo é o modo Dynamic Season que é basicamente a introdução do Dynamic DNA. Nele podemos reviver a temporada completa da nossa equipe favorita, desde as lesões às transferências, passando também pela motivação e moral da equipe. Pode ser algo interessante para os verdadeiros torcedores de um time.

Todos os restantes modos de jogo continuam bastante semelhantes. Por outro lado, o Campeonato do Mundo, FIBA, melhorou significativamente.
Passando agora para o online, NBA Live 10 registrou também uma melhoria lógica. As ligas online, por exemplo, permitem-nos jogar torneios com até trinta equipes controladas pelos jogadores em que o jogador pode escolher o regime geral da Liga (se permite transferências, número de jogos da temporada, etc).

A nível gráfico, também o jogo está melhorado, apresentando um detalhe muito maior nos modelos de jogador, sendo realmente bastante parecidos com os astros da NBA. Também as características de cada jogador foram mantidas como na vida real, como tipos de arremessos, enterradas e modo de agir. Outra coisa interessante está relacionada com o público que reage muito mais dinamicamente a cada momento do jogo. Existe mesmo movimento individual dos modelos do público, não reagindo todos exatamente iguais.

Na parte do som, o jogo cumpre com a sua função, mas no entanto ainda apresenta alguns problemas como o fato de os comentários serem bastante repetitivos. Com isso, se jogar sempre co
m a mesma equipe vai cansar de tanto ouvir a mesma coisa, o que é ruim porque quando jogamos no Dynamic Season, óbviamente usamos sempre a mesma equipe.

Para concluir, estamos diante do melhor NBA Live dos últimos tempos. Claro que tem alguns pequenos erros, mas ele tem mais coisas positivas do que negativas, o que é bom, pois desde 2008 que o jogo vem em decadência, mas ainda bem que a EA Games melhorou e muito o jogo e o fãs podem se divertir com o novo NBA Live 10.

Avaliação:
Gráficos: 10
Jogabilidade: 10
Som: 9,5
Diversão: 10
Replay: 10
Enredo: Não possui
-
Nota final: 10
-
Comentario final: Os fãs do basketball e do NBA live vão adorar entrar na pele dos astros da NBA nesse ótimo jogo.

Pontos forte: Gráfico, jogabilidade e diversão garantida

Pontos fracos: Narrações repetitivas

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

OFF: Apresentação RAPhael

Salve galera!
Meu nome é RAPhael, sou novo por aqui, mas com certeza vou adorar postar reviews.
Tenho um PlayStation2 e um XBOX 360 de plataforma, por tanto vou analisar jogos da nova geração e da geração antiga.
Meu estilo de jogo preferido é o esporte (qualquer tipo de esporte), mas também curto jogos de ação, terror e aventura.
Espero agradar vocês com os reviews que vou postar!
Até mais galera.