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domingo, 25 de abril de 2010

Especial: Coluna do Sky: Porque o céu é o limite!

Tudo bem, gente? Então, em minha primeira coluna, falei sobre os impostos, e falei como eles contribuíam para elevar o preço do videogame no Brasil. Venho nessa pequena coluna, demonstrar na prática como fica o imposto de um console, e o alvo da vez, é o Wii.




Pesquisei um poco sobre isso, pertubei pessoas que entendiam sobre isso e finalmente, obtive como fazer os cálculos. Vamos fazer uns pequenos cálculos galera....

Vamos adotar o antigo preço do Wii, 250 dólares. Seu preço convertido para Real, HOJE, seria 439,75 Reais, vamo arredondar para 450 reais para ficar mais fácil.


. O primeiro imposto é o de importação, que é 'apenas' 20%, logo: 450 + 90 = 540 reais.

. Logo após essa ridícula taxação, vem um imposto de 50% de produto industrializado, mas são 50% do preço do produto já com o primeiro imposto! Logo, 540 +270 = 810 reais.

.Então, vem PIS/Coffins (CONTRIBUIÇÃO PARA O FINANCIAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL - Coffins e PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO SOCIAL- PIS) Com 9,25% (arredondarei para 10%) sobre o preço inicial > 450 reais: 810 + 45 = 855 reais

. Já que somos ricos, ainda vem o imposto sobre circulação de produto, algo em torno de 25%-18%, sobre o preço de cima. Vamos arredondar para 25%: 855 + 215= 1025

Bem legal, né? É incrível como um aparelho que deveria custar 450 reais ( não se esqueça,e sse é o preço de VENDA no EUA, com os impostos deles já pago + lucro do comerciante) apenas para vir para o Brasil custa 1025 reais.

Fora o lucro do comerciante, que normalmente tem. Esse é o Brasil, e você comprando jogos piratas apenas diz que está de acordo com esses pequenos impostos. Façam sua parte =)

Até a próxima =)

terça-feira, 13 de abril de 2010

Especial: Coluna do Sky: Porque o céu é o limite!

Eae gente, tudo bem? Pois é gente, voltei a escrever (e mesmo assim atrasado, esse texto deveria ter saído segunda) e dessa vez, falarei sobre um fato curioso: o gosto 'gamer' . Perdoe-me a alguns, pois essa coluna ficará um pouco restrita, falarei sobre algo que muitos têm em comum, mas nem todos....

Já perceberam quantos amigos tem algum gosto em comum com os otakus (fãs de cultua japonesa - animes, mangás, j-pop etc)? É incrível a semelhança entre esses fãs, muitos tem gostos em comum, tanto os otakus como os gamers gostam de várias atividades relacionadas. Não é raro otakus gostarem de video-game e vice versa. Quantos aqui não gostam de anime? Ouso dizer que tem alguns até que baixam essas séries pela internet... A explicação disso? Não sei, e nem quero saber, fato é que existe uma semelhança, e é até legal isso, ampliar seus contatos, suas conversas não se restringirem apenas sobre jogos com seus amigos... O estranho é que muitas pessoas começaram pesquisando sobre uma coisa e acabou virando fã de outra. Eu mesmo, há uns 5 anos atrás, lia uma revista chamada 'Anime>Do', e foi ela que acabou me fazendo pesquisar, me relacionar na internet com as pessoas que tinham um mesmo gosto em comum que isso e adivinha só... cá estou eu escrevendo em um site sobre games! Fato é que nunca fui tão fã de animes não, acho que como era um dos meus (pequenos) passatempos na época e também o mais 'acessível' entre as pessoas (convenhamos, no mundo 'real' é muito mais fácil você encontrar alguém que goste de falar sobre cultura japonesa do que jogos, todos gostavam de Samuai X, Cavaleiros do Zodíaco, Dragon Ball...) então acho que a cultura japonesa apenas serviu como um 'empurrãozinho' para eu começar a me relacionar com os outros, prefio muito mais falar de jogos do que sobre isso, então, ao entrar na internet, rapidamente parei de me interessar tanto na cultura japonesa e em pouquíssimo tempo já estava em vários fóruns e sites sobre games. Hoe em dia não vejo mais animes, apenas vejo os 'clássicos' da minha época e mesmo assim, apenas quando passa na TV em um horário flexível para mim. Claro, clássico é clássico, e como todo bom nerd, sempre gostarei de alguns programas japoneses que passavam na minha época (não, NÃO me refiro a Jaspion). Deixando a minha pessoa de lado, ainda acho que essa mescla é um senso comum na maioria dessas pessoas (tanto para os gamers quanto para os otakus) e que dificilmente deixará de existir. Um claro exemplo disso são os famosos eventos de anime/mangá, onde SEMPRE tem como um dos atrativos jogos eletrônicos e, não falo só de um não, jogos como Super Smash Bros., Fifa, Guitar Hero, Soul Calibur estão SEMPRE como um dos grandes atrativos, em que o próprio evento faz marketing em cima desses jogos e até rola premiações (alguns nem tão bons assim...). Peço desculpas aos que lerem isso e não tem essa relação, mas aposto que mesmo não tento vínculo algum com isso, tem algum amigo que tenha.

Em minha próxima coluna irei falar sobre um otro tema que gamers gostam ( segundo e último, prometo): o gosto musical.

Até a próxima galera =]

sábado, 10 de abril de 2010

Especial: Impostos




Eae gente, tudo bem? Desculpe a sumideira, mas com as provas e as chuvas aqui no RJ, eu sumi completamente da internet por uns tempos... Então, há (não tão) pouco tempo atrás, em minha coluna, falei sobre os impostos de games, e sobre como os gamers fazem (ou deveriam) fazer a parte deles contra a pirataria e os altos impostos. Coincidentemente, após algumas semanas, rolou o troféu GAMEWORLD, feito pela Editora Tambor (a mesma que faz as revistas EGW e Nintendo World) em que eles iniciaram um projeto de lei para diminuir os impostos dos games para os brasileiros! Se você reclama dos impostos, faça sua parte! Assine e ajude essa campanha de games para ela ir adiante e chegar até Brasília.

Aqui está o site: http://www.impostojustoparavideogames.com.br/

Entre nele e colabore! Parabéns a Tambor por essa ótima iniciativa e que tudo dê certo!

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Especial: Video Games VS. Religião

Hey pessoal! Tudo certo com vocês?

Primeiramente peço desculpas por não ter postado muita coisa recentemente. Meu horário de serviço mudou, e a organização do meu tempo ainda está uma bagunça.
De qualquer forma, venho trazer o tão prometido especial, que há muito eu pretendia trazer. Após mudar de idéia sobre o tema, decidi postar sobre um assunto que é bem interessante. Sem mais delongas, vamos lá:


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Especial: Video Games VS. Religião





Tive a idéia de fazer uma coluna sobre este tema durante o feriado de Páscoa. Vou explicar o porquê.

Neste feriado prolongado que passou, viajei com minha família para uma chácara, para comemorar a Páscoa. E sabem como é, feriado, parentes, crianças... Como todo bom gamer, não pude deixar de levar meu Nintendo DS, preparado para enfrentar as horas de tédio que prometiam seguir.

Um viva aos portáteis, que nos salvam em tantas viagens de família ou festa de parentes chatos!

Acontece que alguns parentes da minha família freqüentam uma dessas igrejas que pregam que video games, animes, mangás, desenhos e afins não são coisas cristãs. Por mais que isso possa parecer um absurdo para alguns de nós, este tipo de condenação é muito comum no meio religioso.

Enfim, voltando à viagem, a soma de DS+Religiosos me causou umas situações um tanto quanto desconfortáveis.

Bastava me ver com o DS na mão, junto com meu recém adquirido Pokémon SoulSilver (que é muito bom, diga-se de passagem!) que uma das crianças passava e proclamava a frase que eu mais ouvi durante os quatro dias do feriado: "Pokémon não é de Jesus!"

Admito que até achei engraçado ouvir isso, ri por dentro nas primeiras cinco vezes. Mas nas quinhentas e sessenta vezes seguintes, isso começou a me causar um desconforto imenso, até que eu desisti e fui jogar Banco Imobiliário.

Deixando minha historinha de lado, quero parar com vocês para refletir um instante.

Primeiramente, não estou aqui para condenar a opção religiosa de ninguém, muito pelo contrário, respeito e muito qualquer que seja essa opção, sou contra preconceitos e acho que cada um tem o direito de acreditar no que bem entender, desde que seja feliz com isso. Porém, exijo que este respeito seja mútuo pois, assim como eu respeito a crença dos outros, quero que esses mesmos "outros" respeitem a minha.

Esta coluna não visa criticar de forma alguma a religião em si, pois eu mesmo nem sei ao certo qual é a religião que estes meus parentes seguem, mas sim mostrar minha indignação com o fato de eu ser obrigado a ouvir uma criança que não tem mais do que 5 anos de idade me dizer que Pokémon é coisa do capeta.


Em primeiro lugar, isto demonstra, indiscutivelmente, uma ignorância tremenda por parte dos pais. Sim, pois a criança não veio com essa idéia sozinha, até mesmo porque uma criança não tem nem a capacidade de diferenciar algo "de Deus" e algo "do Diabo". Esse conceito foi implementado na cabeça dela, provavelmente pelos pais. E quero deixar claro que não penso assim simplesmente por se tratar de Pokémon, mas digo pela cultura em geral, pois não é apenas "Pokémon" que é coisa do tinhoso, mas Zelda, Bakugan, Naruto (exemplos que eu ouvi durante a viagem), enfim, diversas outras coisas também são entendidas como diabólicas para estas pessoas.
Agora vamos parar e analisar: O que todos estes exemplos tem em comum?

Exatamente, os três são provenientes da cultura oriental, mais precisamente, da cultura japonesa.

Uma coisa que eu já percebi ao longo da minha vida como gamer, otaku e afins, é que a cultura japonesa é vista pelas pessoas como, na melhor das classificações, "coisa de outro mundo" ou "coisa de doido". E é aí que vemos o incrível preconceito que as pessoas têm com tudo e todos que possuem uma visão de mundo diferente da sua.

Obviamente, a cultura japonesa é infinitamente diferente da nossa, o que causa estranheza em muitos. Até aí nenhum problema, mas as complicações começam a aparecer quando as pessoas tratam essa cultura diferente como algo errado ou "do capeta", como na situação citada anteriormente.

Sinceramente, isso não demonstra nada além de ignorância e preconceito. Gostaria de entender o que faz estes religiosos fanáticos pensarem que eles são superiores a essas pessoas simplesmente por elas não terem o mesmo credo ou possuírem culturas completamente diferentes.

Religião é uma coisa muito boa, mas, assim como tudo na vida, nas medidas certas. Como nossas mães já cansaram de nos ensinar, "tudo que é demais faz mal", e com religião não é diferente. Assim como passar horas na frente da TV ou do vídeo game pode trazer problemas sérios aos seus olhos, fanatismo religioso pode trazer sérios problemas à sua mente. Você fica restrito a esse mundinho, com a mente fechada à culturas diferentes da sua.

E o problema se torna ainda mais grave quando falamos de uma criança, pois esta não é uma opção que ela fez, e quando ela se der conta de como isso é sem sentido (se um dia ela chegar a se dar conta disso, claro), talvez já seja tarde demais. Sua infância toda já foi perdida, e enquanto seus colegas de escola jogavam video game, batiam figurinhas do novo álbum do "insira-nome-do-anime-comercial-do-momento-aqui" e conversavam sobre o último episódio da trigésima quarta temporada de Pokémon, ele simplesmente ficou de lado olhando e tentando entender por quê ele não pode gostar daquilo.

Voltando agora para a minha história, se você achava que a hipocrisia e a falta de noção haviam acabados, esqueça, pois tem mais.

Muito me surpreendeu o fato de um dos pivetinhos que abominavam Pokémon também ter um DS, mais precisamente um DSi. Como se não bastasse, enquanto jogava Kirby, após o outro garoto dizer que aquele jogo "não era de Jesus", ele retruca: "Esse é sim! Olha como ele é bonitinho!"

Exatamente. Como se não bastasse a hipocrisia em condenar algo apenas por ser diferente, exceções são abertas para as coisas que lhes agradam. Vai entender...

Enfim, a intenção dessa postagem não é fazer com que vocês religiosos que lerem isso abandonem totalmente a religião, longe disso, mas sim pelo menos fazer com que reflitam um pouco sobre esses atos.

Vale lembrar novamente que a cultura japonesa é totalmente diferente da nossa, não é baseada nos mesmos princípios, não possui a mesma culinária e principalmente, não partilha da mesma religião. Mas, apesar de tudo isso, não é superior e nem inferior à nossa, apenas diferente.

E como aprendemos na escola, não devemos condenar o outro simplesmente por ser diferente.

Aliás, não devemos nem condenar os outros, como a própria bíblia nos ensina!


Enfim, o post acabou não saindo tão grande como eu imaginava, mas tudo bem. Acho que me expressei bem sobre o tema.

De qualquer maneira, só queria partilhar essa opinião minha com vocês. Se concordam, descordam, querem elogiar o texto, compartilhar experiências, deixar um recado, pedir dinheiro emprestado, me xingar, enfim, comentem! A opinião de vocês é sempre bem vinda!

Na falta de imagens com mais relação com o tema, ilustrei o post com alguns artworks legais do remake de Final Fantasy III para DS, pois é um jogo que eu estou jogando bastante ultimamente. Enfim, pode não ter muito a ver, mas quem liga?

See ya!

segunda-feira, 22 de março de 2010

Especial: Coluna do Sky: Porque o céu é o limite!

Então amigos, essa é a minha primeira postagem fora a apresentação, e confesso que escolhi um tema meio polêmico para falar, mas gosto de falar dele, porquê só assim para alguns tentarem se mobilizar...



Os Games e seus Impostos


Ok.... todos estão cansados de saber que aqui no Brasil, jogo é quase um artigo de luxo e que sua compra frequente é algo para poucos. Mas por quê? "Os altos impostos do governo, óbvio!" Sim, mas vou além, e digo que o governo tem apenas uma parcela de culpa por isso. "Os gamers brasileiros, que consumem a pirataria, impossibilitando o mercado de crescer." Sim, mas isso é uma consequência dos altos impostos, não a inteira causa. Ouso afirmar que as maiores culpadas pelos altos impostos no Brasil são as produtores de game! Isso mesmo, pode parecer banal, mas não. Quem acompanha o mercado de jogos por outros lugares, sabe que as produtoras adoram usar a mesma ladainha de sempre: " O Brasil é um mercado em potencial, iremos investir nele..." Investir em que sentido?! A fábrica da Ubisoft por exemplo?! Aquela que até agora de nada serviu para a população, mas sim para vantagem própria, pegando nossos melhores profissionais para trabalhar em assunto tecnológico? A Nintendo, que vem fazendo uma pequena campanha no Brasil através da Latamel, cheia de comercial? Cadê o interesse em diminuir o preço dos seus consoles/games?! Aqui game só barateia quando velho, mas nem todos, franquias consagradas mamtém o preço. A Microsoft... nem sei que nome é esse na área de games brasileira, aliás, nem sei o que é Live.... E a Sony, que diz que veio para o Brasil... Veio fazer PLAYSTATION 2, na Zona Franca de Manaus, onde os impostos quase não existem. E eu pergunto, PlayStation 2 para quê?! Se ela sabe que no Brasil tem tanta pirataria quando ladrão, ela deve no mínimo supor que o PlayStation 2 aqui é um dos consoles que mais se têm. Para quê fingir ser uma inocente e tentar "ajudar" o Brasil produzindo PLAYSTATION 2?! Ela quer mesmo é beneficio de impostos, o mercado brasileiro em si ela não deve nem sabe o que é... As empresas fingem estar no Brasil, pois não há interesse algum em tentar diminuir os impostos. Ok, tem aquele esforço mínimo, mas isso não é o bastante, a burocracia é tanta que para supri-la, o esforço tem que ser dobrado! O investimento no Brasil chega a ser ridículo. Estamos com empresas de games no Brasil há bastante tempo, mas mesmo assim nada mudou. A própria Latamel já vem trabalhando com a Nintendo faz tempo, começo a achar que essa história de burocracia é apenas uma desculpa para não diminuir os impostos. O preço NÃO diminui!
A falta de comprometimento das empresas, com uma cabeça velha e fechada dos políticos brasileiros é que resulta nisso, não adianta culpar exclusivamente os políticos não. Culpe a sua empresinha queridinha pela falta de interesse, culpe você pela sua falta de atitute nisso, e começe a agir, se não, o mercado brasileiro (assim como o Brasil TODO) vai ficar só na esperança de ser uma potência, e vai continuar na merd*...


YES, WE HAVE BANANAS! And money....

Perdoem os erros de português, estou indo para o tênis, e tenho que me apressar, não pude fazer uma revisão 100%...
Gostou? Odiou? Quer elogiar minha mãe? Comente que eu olho =)

sábado, 23 de janeiro de 2010

Especial: Vencedores: Video Game Awards 2009

Salve galera, tranquilo?

O VGA do ano passado, aconteceu no dia 12 de dezembro, porém, como nosso blog começou após essa data, resolvi postar hoje para vocês, para quem ainda não teve a oportunidade de ver, os vencedores dessa noite tão esperada pelos gamers :]

Então, confira se o seu jogo favorito está nessa lista, e comente ^^

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Vencedores: Video Game Awards 2009

Melhor jogo de esporte individual:

UFC 2009












Melhor RPG:

Dragon Age: Origins












Melhor jogo de tiro em primeira pessoa:

Call Of Duty: Modern Warfare 2












Melhor jogo para PC

Dragon Age: Origins














Melhor jogo musical:

The Beatles: Rock Band












Melhor jogo Multi-Player:

Call Of Duty: Modern Warfare 2













Melhor jogo de ação e aventura:

Assassin’s Creed 2














Melhor jogo de esporte em equipe:

NHL 10













Melhor jogo independente:

Flower












Melhor DLC:

Grand Theft Auto IV: The Ballad Of Gay Tony














Melhor jogo baseado em TV/Filme:

South Park: Let's Go Tower Defense Play













Melhor jogo de corrida:

Forza Motorsports 3














Melhor jogo de luta:

Street Fighter IV














Melhor performance masculina:

Hugh Jackman - X-Men Origins: Wolverine













Melhor trilha sonora original:

Halo 3: ODST












Melhor trilha sonora:

DJ Hero












Melhor jogo de portátil:

Grand Theft Auto: Chinatown Wars















Melhor jogo por download:

Shadow Complex












Melhor performance feminina:

Megan Fox - Transformers 2













Melhor gráfico:

Uncharted 2: Among Thieves












Melhor elenco

X-Men Origins: Wolverine Uncaged Edition












Melhor dublagem de voz:

Jack Black – Brutal Legend














Estúdio do ano:

Rocksteady Studio














Jogo mais esperado de 2010:

God Of War 3















Melhor jogo de PS3:

Uncharted 2: Among Thieves












Melhor jogo de Wii:

New Super Mario Bros Wii












Melhor jogo de Xbox 360:

Left 4 Dead 2












Melhor jogo do ano de 2009:

Uncharted 2: Among Thieves














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Bom galera, e a lista é essa, adorada por muita gente, mas também criticada. Eu particularmente achei bem justa, como as indicações também foram. Deixem a opinião de vocês sobre o que vocês acharam, e contribuam para o nosso blog :D


Até a próxima :]

Especial: Pirataria - Será que vale mesmo a pena?

Fala galera! Tudo certinho com vocês?

Estreando a sessão de "Especiais" do blog, decidi falar de um tema muito polêmico se tratando do mercado de games especificamente, e que vocês provavelmente já leram em algum outro lugar.

Pois é, é um tema bastante abordado em praticamente todo tipo de mídia referente à games, seja impressa ou digital, mas é sempre bom ver outro ponto de vista do assunto. Óbviamente, não viso mudar a opinião de ninguém com esse post e nem impor nada, pois é um assunto bem peculiar sobre um tema provavelmente sem solução; nada que se diga aqui vai ter valor efetivo no assunto.

Enfim, chega de papo, vamos começar!

Pirataria - Será que vale mesmo a pena?



Como não é mistério para ninguém, o enorme sucesso do PlayStation e do PlayStation 2, pelo menos no Brasil, deu-se ao fato de que ambos os consoles contavam (e ainda contam) com um grande mercado negro por trás da venda de jogos. Vamos recapitular, e analisar a situação do mercado na época da batalha PS1 x N64, batalha essa que custou a liderança da Nintendo no mercado de consoles.

Na época, o PlayStation, responsável por introduzir a Sony no mercado de video games, foi lançado com a nova tecnologia de jogos gravados em CDs ao invés de cartuchos. A Nintendo, desacreditando que essa tecnologia fosse durar por muito tempo, decidiu permanecer com as boas e velhas fitas, erro esse que custou caro para a empresa. Em diversos aspectos, os CDs eram mais desenvolvidos do que os cartuchos, o que tornava a segunda uma tecnologia obsoleta.

Além da capacidade superior de armazenamento e etc., o CD tinha outra característica importante (principalmente para esse texto): Era facilmente copiado. Dessa forma, você podia simplesmente comprar uma mídia virgem por um preço baixíssimo, gravar diversas cópias de um jogo e vendê-las a preço de banana, que ainda teria lucro, as pessoas teriam um game por um preço baixo e todo mundo sairía feliz. Enquanto isso, "do outro lado da força", os cartuchos do Nintendo 64 eram muito complicados de se copiar e mesmo assim precisavam que certas "gambiarras" fossem feitas com o console para que funcionassem, enquanto os originais eram vendidos por preços abusivos (lembrem-se que estamos sempre considerando o mercado brasileiro).

Sendo assim, um felizardo que possuísse um PS1 tinha acesso à uma variedade de jogos muito maior do que ele teria caso possuísse um Nintendo 64. Mas... será que valia a pena mesmo?

Normalmente, a reação das pessoas à essa pergunta é: "Não seja tolo! Óbviamente valia a pena. Com o preço de uma fita, era possível comprar uns 15 jogos piratas! Assim, podíamos jogar muito mais jogos!"

Mas é aí que o problema se econtra: Quanto mais jogos você tem, menos você os aproveita. Isso é algo bem óbvio, e que pode ser exemplificado muito facilmente, veja bem:

Suponhamos que você tenha vinte títulos para o seu PS1, enquanto seu colega tem apenas 5 para o Nintendo 64 dele.

Agora suponhamos que você esteja jogando seu recém-adquirido Resident Evil 2. Você está lá, feliz e saltitante passeando alegremente com Claire Redfield por Raccoon City, quando de repente... você empaca. Já tentou tudo o que podia, e nada de conseguir progredir. Como estamos falando de um tempo arcaico, não há internet para procurar detonados. Qual a atitude da maioria das pessoas diante essa situação? Trocar de jogo. Simples assim. Afinal, você tem mais 19 títulos à sua disposição, certo? E outra, esse jogo custou apenas 5 mízeros reais mesmo.

Mas, e quanto ao seu amigo "desatualizado", que possui o antiquado Nintendo 64, que ainda utiliza fitas caras e tem poucos jogos?

Suponhamos que ele também tenha comprado o Resident Evil 2 para o console dele recentemente. Ele também estava dando o mesmo passeio saltitante, com a mesma Claire, pela mesma Raccoon City, quando, de repente... empaca no mesmo lugar. Nessa situação, qual seria a atitude deste nosso amigo? Trocar de fita? Não! Ele simplesmente iria se esforçar pelo menos vinte vezes mais do que você para poder desempacar! Porque, afinal, ele só tem mais quatro opções de jogos, e todos eles já foram terminados com todos os extras possíveis e imagináveis. Como ele sabe que foi muito caro comprar aquela fita, ele a aproveita ao máximo que pode, jogando "até o caroço" do jogo. Zera, reinicia, zera de novo, completa todos os extras, procura todos os segredos, decora o jogo inteiro. E faz isso com todos os títulos que possui (e muitas vezes até mesmo com os títulos que alugou).

Não satisfeito, ainda te apresento outra situação muito comum da época:

Agora, suponhamos que entre os outros 19 CDs do seu PS1, você se depare com um jogo que, após jogar os cinco primeiros minutos do game, não lhe agrada. Basicamente o jogo é uma droga (sim, pois todo console é abarrotado de porcarias, e com o "menino de ouro" do PS1 não era diferente). O que você faz? Simplesmente o descarta. Joga fora, deixa no fundo do porta CDs, tanto faz. O fato é que nunca mais vai jogar o game de novo. Sim, porque você sabe que não pagou quase nada por esse jogo, e que em breve vai comprar mais uma dúzia de games novos, então esse não faz diferença nenhuma.

Agora, imaginemos que seu amigo do Nintendo 64, que acabou de fazer tudo o que há para se fazer e mais um pouco em Resident Evil 2 (enquanto você ainda está empacado, pois nunca mais tentou jogar de novo), ganhou uma fita nova de sua mãe. Eba, que alegria, agora ele tem 6 jogos! Mas... imaginemos que este jogo não seja tão bom assim. O que ele faz? Joga fora? Guarda na gaveta e nunca mais abre? Nem pensar! Por pior que o jogo seja, pode ter certeza que seu amigo vai jogá-lo até o fim. Duas vezes.

Não sei se deu para entender o que eu quis dizer. Apesar de aparentar ser uma vantagem, a pirataria não é algo tão bom como aparenta. Claro, às vezes, tem suas vantagens, pois pagando barato em algum jogo, às vezes você tem acesso à alguns títulos "obscuros" que você nunca compraria original por exemplo, mas mesmo assim, são poucas quando colocadas na balança. Com um jogo pirata, você não aproveita totalmente o game, é mais propício à abandoná-lo e não incentiva o mercado de jogos (incentivo esse responsável por grandes problemas atualmente, volto a falar disso mais tarde).

Com o lançamento do PlayStation 2, foi a mesma coisa. Rapidamente, descobriram como "destravar" o console (o que não era necessário no PS1) e a enxurrada de jogos piratas começou. Enquanto isso, a próxima cartada da Nitnendo, o GameCube, permanecia "travado" e na mesma situação de seu antecessor, o 64. Não preciso me alongar muito nesse caso, pois a situação é a mesma da descrita anteriormente; pode ter certeza que seus poucos amigos que tiveram um GameCube aproveitaram muito mais seus jogos do que você com seu PlayStation 2. Mas você provavelmente nunca nem chegou a jogar em um GameCube de fato, pois todos os seus amigos tinham o video game da moda, o "prei dois", e jogavam "uinimg elévem" todo dia (óbviamente estou generalizando. Mas vai negar que a maioria do público do PS2 era assim?), enquanto mal sabiam o que era um GC. Pois eu te digo: perderam a chance de conhecer um exelênte console, fadado ao fracasso como seu predecessor. E tudo por quê? Por causa da pirataria.

Mas aí você vem e me diz: "Mas Matt, você está falando de consoles antigos! Hoje em dia não é mais assim!"

... Ok, ninguém viria me falar isso, mas vou completar minha suposição mesmo assim.

Hoje em dia, a situação é basicamente a mesma. Enquanto um console da nova geração permanece apenas com jogos originais, os outros estão todos "destravados", rodando jogos piratas pelo país todo. Surpreendentemente, o console "travado" da vez é da mesma Sony que se consagrou em território nacional graças à pirataria.

Apesar do PS3 não ser um console tão bom quanto a concorrência, não vou entrar nesse mérito para não começar uma discussão desnecessária com gente que não entende que essa é a minha opinião. Mas enfim, o que quero dizer é que os proprietários de um PS3 aproveitam seus poucos jogos da mesma maneira que os felizardos donos de um Nintendo 64 ou um Nintendo GameCube faziam na época. Apesar de terem poucos títulos, os aproveitam ao máximo, por piores que sejam, pois sabem que não é fácil conseguir dinheiro para adquirir outro (claro que estou falando de gente comum, não dessas pessoas que não tem onde enfiar dinheiro e saem comprando tudo quanto é jogo que vêem na frente).

Aliás, atualmente é até um pouco melhor, pois com a internet e a grande quantidade de blogs, sites, revistas eletrônicas, revistas impressas e afins, é muito mais fácil filtrar o conteúdo que seu video game pode receber, o que torna mais difícil a compra de um jogo ruim por alguém que pesquise antes de adquirir um título.

Enquanto isso, os proprietários de um Wii ou de um XBOX360 passam pela mesma situação de que os antigos proprietários de um PS1 ou um PS2 (aliás, curiosamente, público atual do X360 é formado, em sua maioria, o por pessoas que possuíam um PS1/2).

No Wii, o caso é um pouco mais grave. Devido à proposta inicial do console ser um pouco diferente, o mercado de jogos para o console ficou rapidamente saturado de joguinhos de esporte com aspecto bobo. Infelizmente, isso manchou um pouco a imagem do console, dando à impressão de que o mesmo só possui jogos infantis ou de esporte, com gráficos toscos de "bonecos cabeçudos". O problema é que isso não é e nunca foi verdade. Simplesmente, este tipo de jogo é mais fácil de se fazer e, acreditem, dá mais dinheiro.

Agora você pode me dizer: "Mas Matt, você é louco? Como é que um jogo no estilo 'My Horse And Me' pode vender mais do que um jogo insano como MadWorld??"



Agora sim, isso sim é algo que alguém pode vir me dizer!!!

... Enfim, voltando à pergunta, eu lhe respondo: É simples, meu caro. O público do Wii vive clamando por jogos mais "maduros", os chamados "jogos hardcore" (denominação porca essa, mas isso é tema para outro especial), mas quando as empresas atendem à esses pedidos e lançam os tais "jogos maduros", o que esse mesmo público faz? Corre para a internet para baixar o jogo por torrent ou para o camelô para comprar pirata! Resultado: o tão esperado e bem aceito por crítica e público MadWorld não vendeu praticamente nada.

Comprando um jogo pirata, você tira o único incentivo da empresa que produz o game: o lucro. Ela não liga se o jogo é bom, se é um clássico ou se ele te deixa feliz; ela liga pro retorno que ele dá financeiramente. Se Final Fantasy vende, eles vão fazer mais Final Fantasy. Se Mario vende, eles vão fazer mais Mario. Se MadWorld não vende, eles não vão fazer mais MadWorld. Se My Horse And Me vende, eles vão sim fazer mais My Horse And Me, e em quantidade muito maior do que Mario ou Final Fantasy.

Aí você pergunta: "Mas como My Horse And Me vende mais que MadWorld? O jogo é uma bosta!"

E eu te responto novamente que é simples, meu caro. O tipo de público que compra My Horse And Me geralmente adquire seus video games em shoppings ou este tipo de loja autorizada, e alguns nem mesmo sabem que o Wii possui jogos piratas. Consequentemente estes jogos são comprados originais. Como o público que compra MadWorld decidiu optar por baixar o game, consequentemente ele vai vender menos cópias originais, e isso é óbvio.

Agora me responda você, caro leitor, o que você acha que é mais barato de se produzir? My Horse And Me ou MadWorld? Óbviamente, você respondeu o joguinho do cavalinho. E se o joguinho do cavalinho dá mais dinheiro do que o joguinho do moço que corta a cabeça dos outros, e ainda é muito mais barato de se produzir, qual você acha que vai ser a opção pra próximo título das produtoras? Lembre-se que eles estão pouco se lixando pra qual é melhor, eles querem é dinheiro!

Acho que me fiz entender. No final das contas, pirateando os jogos, acabamos prejudicando a nós mesmos, pois as produtoras se sentem menos motivadas a fazer jogos de qualidade, e com razão.

Não vou fingir que vivemos em uma utopia e fechar os olhos para a realidade. Sei que jogos originais estão fora do padrão aquisitivo de grande parte da população, e que pagar mais de 200 reais em um jogo está fora de cogitação. Mas... Convenhamos, todos nós sabemos que video games, principalmente os da nova geração, são objetos para pessoas com um nível de poder aquisitivo mais alto. Todos temos consciência disso, e não acho justo com os outros destruírmos todo um mercado simplesmente por comprarmos algo que não podemos manter.

Sobre o preço abusivo dos jogos, vamos tomar como exemplo o PS3. Em seu lançamento, os jogos custavam mais de 200 reais. Hoje, como não há opções "alternativas", todos os proprietários devem recorrer aos jogos originais, o que aumenta a procura e, consequentemente... Abaixa o preço. É muito fácil hoje em dia achar títulos de qualidade como Metal Gear Solid 4 pela bagatela de 100 reais. Agora, me responda, por quê um jogo gravado em Blu-Ray pode custar menos de 100 reais, enquanto outro gravado em DVD custa 250? Sim, pois esse é o preço médio do novo jogo do Mario para Nintendo Wii, na mesma loja em que os jogos de PS3 custam uma média de 100~150 reais.

Creio que o motivo seja óbvio.

Enfim, está na hora de pararmos e pensarmos: Vale mesmo a pena termos jogos piratas? Pois, como podemos ver, geralmente não aproveitamos jogos piratas do mesmo jeito que aproveitaríamos caso fossem originais, e ainda destruímos toda uma indústria com isso.

Sei que muitos de nós pensam "mas só eu não vou fazer a diferença." Isso é pensamento coletivo e errôneo, diga-se de passagem, mas não quero entrar nesse assunto. Vamos pegar só por esse lado: Se você não matar ninguém, isso não impede que outras pessoas matem. Já que não faz diferença, por quê não matar?

Vale mesmo a pena?

Sei que peguei um exemplo extremista, e eu odeio fazer isso. Mas dá pra ter uma noção da coisa, certo?

Enfim, para um texto que foi iniciado às 3h55 da manhã e finalizado às 5h44, acho que me alonguei bastante no assunto.

Mas de qualquer modo, gostaria de saber a opinião de vocês sobre o assunto! Comentem, vamos debater! Aqui é um espaço livre, e nós estamos sempre abertos para ouvir o que você têm a dizer, por mais absurdo que seja.

Bom gente, por hoje é só. Em breve devo aparecer com mais conteúdo para o blog.


See ya!